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Inverno exige maior atenção e cuidado na avicultura

 

As principais causas dos surtos de morte súbita estão ligadas às baixas temperaturas, pois a taxa metabólica e a demanda de oxigênio da ave aumentam

 

Com o inverno em ascensão os criadores de aves precisam seguir algumas recomendações, para que a sua criação não seja afetada, principalmente nas temperaturas mais baixas. O pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Paulo Giovanni de Abreu, sugere algumas dicas.

Segundo ele, um dos requisitos importantes é o ambiente do animal. Se o produtor não oferecer a fonte de aquecimento suplementar aos pintos, a criação será afetada, e o mais grave pode acontecer, que é a morte. “A ave tem habilidade para manter constante a temperatura dos órgãos internos. Entretanto, o mecanismo de homeostase é eficiente somente quando a temperatura ambiente está dentro de certos limites, pois as aves não se ajustam bem aos extremos”, explicou o pesquisador Paulo.

De acordo com orientações do pesquisador, o aquecimento no aviário deve ser iniciado pelo menos três horas antes da chegada dos pintos. No inverno não se deve tirar totalmente o aquecimento antes do 21° dia. O sistema de aquecimento deve permanecer instalado e em condições de uso para qualquer emergência. O produtor deve ficar atento ao comportamento das aves, pois é um bom indicio do funcionamento adequado de aquecimento.

Outra preocupação do produtor é que com baixas temperaturas aumenta o consumo de alimento. “A ave necessita de alimento adicional para produção de calor, mas, além disso, tem que manter a taxa de crescimento e, em alguns casos, melhorá-la. Essa condição resulta em menor ganho de peso que dificilmente será recuperado e sendo responsável também pela a desuniformidade do lote”, acrescenta o pesquisador.

Ele ainda afirma que outra relação fundamental para a criação é a ventilação. Segundo o especialista, a quantidade de ar que precisa ser renovada por razão higiênica é pequena, sendo necessárias apenas superfícies reduzidas de entrada e saída de ar. O importante é que o fluxo de ar não incida diretamente sobre as aves, completou.

A temperatura da água é outro fator muito importante. Já que os pintos reduzem muito o consumo de água, é adequado que a água esteja dentro da temperatura exigida. “A temperatura da água deve estar entre 15 a 20 °C, já que o consumo de água é determinante do consumo de ração”, explicou Paulo.

Segundo Danielle Pereira, médica-veterinária, alerta que seguir todas essas recomendações são importantes, já que os animais são frágeis. “As aves são muito sensíveis a temperaturas extremas e por isso, o cuidado nesse inverno deve ser redobrado”, completa Danielle.

Com o inverno em ascensão os criadores de aves precisam seguir algumas recomendações, para que a sua criação não seja afetada, principalmente nas temperaturas mais baixas. O pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Paulo Giovanni de Abreu, sugere algumas dicas.

Segundo ele, um dos requisitos importantes é o ambiente do animal. Se o produtor não oferecer a fonte de aquecimento suplementar aos pintos, a criação será afetada, e o mais grave pode acontecer, que é a morte. “A ave tem habilidade para manter constante a temperatura dos órgãos internos. Entretanto, o mecanismo de homeostase é eficiente somente quando a temperatura ambiente está dentro de certos limites, pois as aves não se ajustam bem aos extremos”, explicou o pesquisador Paulo.

De acordo com orientações do pesquisador, o aquecimento no aviário deve ser iniciado pelo menos três horas antes da chegada dos pintos. No inverno não se deve tirar totalmente o aquecimento antes do 21° dia. O sistema de aquecimento deve permanecer instalado e em condições de uso para qualquer emergência. O produtor deve ficar atento ao comportamento das aves, pois é um bom indicio do funcionamento adequado de aquecimento.

Outra preocupação do produtor é que com baixas temperaturas aumenta o consumo de alimento. “A ave necessita de alimento adicional para produção de calor, mas, além disso, tem que manter a taxa de crescimento e, em alguns casos, melhorá-la. Essa condição resulta em menor ganho de peso que dificilmente será recuperado e sendo responsável também pela a desuniformidade do lote”, acrescenta o pesquisador.

Ele ainda afirma que outra relação fundamental para a criação é a ventilação. Segundo o especialista, a quantidade de ar que precisa ser renovada por razão higiênica é pequena, sendo necessárias apenas superfícies reduzidas de entrada e saída de ar. O importante é que o fluxo de ar não incida diretamente sobre as aves, completou.

A temperatura da água é outro fator muito importante. Já que os pintos reduzem muito o consumo de água, é adequado que a água esteja dentro da temperatura exigida. “A temperatura da água deve estar entre 15 a 20 °C, já que o consumo de água é determinante do consumo de ração”, explicou Paulo.

Fonte: http://www.portaleducacao.com.br/veterinaria/noticias/41401/inverno-exige-maior-atencao-e-cuidado-na-avicultura [Portal educação]



 Escrito por vet às 21h18
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Labrador avisa menina diabética quando taxa de açúcar se altera

Cão treinado para detectar o nível de açúcar no sangue de seres humanos evita que menina britânica entre em coma

Foto: BBC

A cadela Shirley é um dos dez cães treinados pela entidade beneficente Cancer & Bio-detection para alertar diabéticos quando sua condição se deteriora e mora há quatro meses com a pequena Rebecca Farrar, que tem diabetes tipo 1.

A cadela Shirley é um dos dez cães treinados pela entidade beneficente Cancer & Bio-detection para alertar diabéticos quando sua condição se deteriora e mora há quatro meses com a pequena Rebecca Farrar, que tem diabetes tipo 1. 

"Ela salva a minha vida", diz Rebecca, que é a primeira criança a receber um cachorro para detectar sua doença. "Ela é minha melhor amiga." Shirley é capaz de sentir uma mudança de odor exalado pelo corpo de Rebecca quando sua taxa de açúcar cai ou sobe a níveis alarmantes.

O cheiro não é detectado por seres humanos e é um sinal emitido pelo corpo antes de outros mais aparentes, como palidez.

Ela então começa a lamber os braços e as pernas da menina para alertá-la. Desta forma, a menina ou sua mãe têm condições de tomar providências para evitar um colapso.

Alerta precioso

"Shirley percebe (a queda no nível de açúcar) bem rapidamente e começa a lamber as mãos e pernas de Rebecca até ela tomar uma Coca-cola ou ingerir açúcar, que elevam seus níveis de açúcar novamente. Quando a taxa está muito alta, Shirley também sente e dá o alerta", explica a mãe de Rebecca, Claire.

A mãe lembra de um episódio em que ninguém percebeu que a taxa de açúcar de Rebecca estava caindo até Shirley dar o precioso alerta.

"Nós não tínhamos ideia de que ela estava com a taxa de açúcar baixa. Ela estava dançando em um clube com seu irmão-gêmeo, Joseph, e quando os dois voltaram à mesa para tomar algo, Shirley começou a lamber as mãos de Rebecca. O kit de primeiros-socorros estava embaixo da mesa e Shirley foi até lá e pegou um exame de nível de açúcar", conta Claire.

"Ela deu o exame a Rebecca e começamos a desconfiar que tinha algo de errado. Fizemos o teste, e o nível estava bem baixo. Se eu não tivesse Shirley, Rebecca teria entrado em colapso. E quando isso ocorre, ela entra em um sono tão profundo que se tentamos colocar açúcar em sua boca, ela engasga."
A presença de Shirley na casa também tornou a vida de toda família mais fácil.

"Ela tinha um colapso a cada dois dias. Às vezes eu a socorria apenas pouco antes de ela entrar em um colapso muito sério, outras vezes eu tinha de chamar a ambulância", conta Claire. "Mas agora temos Shirley e ela detecta a queda no nível de açúcar antes de Rebecca perceber o problema."

Claire conta que também consegue ter noites de sono mais tranquilas, sem medo de a filha ter algum problema durante a noite, como ocorria antes de Shirley dormir ao lado da cama de Rebecca.

A entidade beneficente que deu Shirley à família treina cachorros para detectar todo tipo de doença, incluindo câncer.

"O que nós descobrimos nos últimos cinco anos é que cães são capazes de detectar doenças humanas pelo odor. Quando a nossa saúde altera, temos uma pequena alteração no odor do corpo. Para nós é uma mudança mínima, mas para o cachorro é fácil de notar", diz ClaireGuest, da organização Cancer & Bio-detection.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/bbc/labrador+avisa+menina+diabetica+quando+taxa+de+acucar+se+altera/n1237687861807.html



 Escrito por vet às 19h05
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Exposição em SP retrata história das epidemias

Videogame gigante que pode ser jogado por 40 pessoas é atração.

Desenvolvida na França, mostra fica na capital até 26 de setembro.

Gripe aviária, ebola, gripe espanhola, AIDS e outras doenças são as
personagens da exposição Epidemik, na Zona Oeste de São Paulo. Ela conta a
história do surgimento das enfermidades, como elas afetaram a população
mundial e o mais importante: o combate a elas.

Pessoas de diferentes partes do mundo e que têm doenças graves dão
dpoimentos sobre a vida delas e o tratamento.
A mostra Epidemik foi desenvolvida na França e pretende estimular os
cidadãos e as autoridades públicas a assumir uma postura de prevenção das
calamidades.

Para transformar um assunto que pode ser científico demais em algo mais
divertido e prazeroso, a exposição tem um videogame gigante, que pode ser
jogado por até 40 pessoas ao mesmo tempo. Brincando, o visitante aprende
lições importantes sobre como prevenir as epidemias.

Cada um ganha um vida representada por um círculo. No combate às
pandemias, os jogadores têm que buscar remédios, máscaras e auxílio
médico: tudo real em um mundo virtual. O game é acessível a cadeirantes. E
um dos cenários (o combate à epidemia de dengue no Rio em 2008) foi
desenvolvido especialmente para o Brasil.

A mostra vai até o dia 26 de setembro. O horário de visitação é das 8h às
18h, de terça a sexta-feira, e das 9h às 18h, aos sábados, domingos e
feriados. A bilheteria fecha às 17h30. A entrada custa R$ 4. Escolas podem
agendar visitas. Estudantes e deficientes pagam meia entrada. Professores,
monitores, agentes ou guias de turismo, menores de 6 anos e maiores de 60
anos não pagam entrada.

A entrada será gratuita para todos no primeiro sábado e no terceiro
domingo de cada mês.
O projeto conta com a realização da Estação Ciência, da Universidade de
São Paulo, do Instituto Butantan, além do apoio da Secretaria Municipal da
Saúde e da Secretaria Estadual de Cultura.

Epidemik
Rua Guaicurus, 1.394, Lapa
Entrada: R$ 4
Horário: 8h às 18h (de terça a sexta) e das 9h às 18h (fim de semana e
feriado)



 Escrito por vet às 19h02
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Atenção Veterinários de plantão! Biblioteca de livros de medicina veterinária em Pdf:

http://bibliotecamvz.blogspot.com/

Tem livros muito bons!



 Escrito por vet às 18h59
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Alguns Cursos:

Conferência Internacional de Medicina Veterinária do Coletivo (Shelter Medicine, Medicina del Albergues), 14 e 15/8/2010, São Paulo. Informações: www.itecbr.org

Congresso Internacional de Agressividade Canina e Felina - 10 e 11/12/2010, São Paulo, SP. Informações em breve no site www.itecbr.org



 Escrito por vet às 18h54
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A História
 
Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça.
Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo.
Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo.
Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário :
- Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava toda a conversa.
No dia seguinte deram o medicamento e foram embora.
O porco se aproximou do cavalo e disse :
- Força amigo ! Levanta daí, senão você será sacrificado!
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora.
O porco se aproximou do cavalo e disse :
- Vamos lá amigão levanta senão você vai morrer ! Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa !
No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse :
- Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse :
- Cara, é agora ou nunca, levanta logo ! Isso que voc~e está é empaixado por comer muito, vamos, levanta...Coragem ! Upa ! Upa ! Isso, devagar ! Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai... Fantástico ! Corre, corre mais ! Upa ! Upa ! Upa !!! Você venceu, Campeão !
Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre ! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa...
'Vamos matar o porco e fazer um belo churrasco! '

Para pensar...
Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho.

Ninguém percebe, quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso.

Saber viver sem ser reconhecido é uma arte, afinal quantas vezes fazemos o papel do porco amigo ou quantos já nos levantaram e nem o sabor da gratidão puderam dispor ???

Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se :
Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.



 Escrito por vet às 18h52
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CRMV-SP define regras para mutirões de castração

O CRMV-SP publicou na edição de hoje (09/04) do Diário Oficial uma resolução para disciplinar mutirões de castração. O documento também será encaminhado aos prefeitos de todo o Estado e vai auxiliar na organização e realização dos mutirões.

A resolução aborda, entre outros tópicos, a composição da equipe que irá realizar as cirurgias, como deve ser o ambiente onde o evento será realizado, os procedimentos cirúrgicos (pré, trans e pós-operatórios) e os materiais e recursos que devem ser utilizados.

“Todos os mutirões devem ter um médico veterinário registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária como responsável técnico, que deve participar de todo o planejamento e a organização do evento. Ele também deve fornecer seus contatos aos proprietários dos animais para orientações posteriores e para a necessidade de um retorno em caso de complicações”, afirma o presidente do CRMV-SP, Dr. Francisco Cavalcanti de Almeida.


http://www.crmvsp. org.br/arquivo_ destaque/ Resol_mutiroes_ castracao_ DOE.pdf



 Escrito por vet às 13h58
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Os animais têm emoções?

por Jessica Toothman - traduzido por HowStuffWorks Brasil

Chegar em casa e ser recebido por um cão tão feliz que late e pula pelas paredes e um gato que ronrona sob o cobertor nos dá a forte sensação de sermos realmente a estrela do show e de que nossos bichinhos de estimação estão decididamente felizes em nos ver. Mas será que eles estão realmente expressando felicidade? E será que isso ali no canto da parede é realmente um sapato mastigado? O que será isso? O cachorro ficou bravo com a minha saída?

Discutir a emoção animal é realmente complicado, mas tudo nos leva a crer que eles realmente têm emoções, apesar de alguns cépticos acharem que não. O debate que cerca o assunto deriva de duas principais complicações: um potencial para o antropomorfismo (o ser humano projeta as suas próprias características nos animais) e a dificuldade inerente ao estudo das emoções em espécies não humanas.

Aqueles que crêem, no entanto, normalmente opinam que os animais são capazes de sentir uma gama de emoções, como felicidade, tristeza, empatia, sofrimento, curiosidade, raiva, ansiedade e medo. Desta maneira, um cão desobediente que corrói tudo o que vê pela frente provavelmente não está tentando punir a pessoa que o deixou sozinho. Mas ele pode estar se sentido só e ansioso, e não sabe se comportar quando fica sozinho por muito tempo.

As emoções podem ir além da necessidade social, ajudando os animais a se adaptarem a diferentes situações. Animais que vivem por conta própria não aprendem as sutilezas que existem ao estarem envolvidos com outros. Eles acabam interagindo muito mal quando são forçados a se socializarem mais tarde na vida.

Além disso, muitos dos que defendem os animais terem emoções dizem que ao se comparar as porções do cérebro utilizadas pelas pessoas quando experimentam emoções como a raiva, por exemplo, com as porções do cérebro de um animal que sente essa mesma emoção, é possível verificar pontos de conexão correspondentes. A amídala é um bom exemplo, e é muito antiga em se tratando de evolução. Desta maneira, uma vez que nossos cérebros conectam-se de maneira semelhante aos dos animais no que diz respeito às emoções, a teoria é a de que realmente faz sentido que eles sintam algo semelhante a nós [fontes: Bekoff, Tangley - em inglês].

Mas se os animais, de fato, sentem emoções, até que ponto eles as experimentam, e será que existe alguma maneira de escalonar quais animais estão sujeitos a quais emoções? Se até mesmo pequenos insetos como os mosquitos forem capazes de sofrer, a sua próxima visita ao camping pode fazer com que você se sinta bastante culpado. Os elefantes, assim como os leões marinhos, gansos, ursos, macacos e alces parecem sentir muito a morte de um ente querido. Por outro lado, golfinhos, chimpanzés e ratos estão entre os mamíferos que gostam de brincar, aparentando realmente estarem felizes quando o fazem.



 Escrito por vet às 13h56
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I Ciclo de Palestras de Medicina Eqüina da UNIP-Dutra

VAGAS LIMITADAS – INSCRIÇÕES GRATUÍTAS

 

Inscrição previa, entrada com apresentação de documento na portaria da UNIP- Dutra

 

DIAS 7(sete) e 8(oito) de junho de 2010 das 13:30 às 18:30 hs

Local do evento: UNIP – Dutra – km 157,5 – Pista Sul - São José dos Campos

Maiores informações: (12) 3621-3012



 Escrito por vet às 13h54
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Interpretando A voz dos animais

Pesquisadores orientados pela Profª Irenilza de Alencar Nass, da Universidade de Campinas, no interior de São Paulo, desenvolvem software capaz de interpretar a vocalização de aves, suínos e bovinos. O programa é capaz de identificar se eles estão com frio, fome, medo ou frustração.

Este foi um dos melhores resultados da pesquisa desde que a orientadora passou a atuar com zootecnia de precisão e bem-estar animal:

"A zootecnia de precisão é uma área que concentra o olhar nos detalhes, já que o lucro da produção hoje está nos centavos."

Segundo a pesquisadora da Feagri, os países compradores começam a questionar cada vez mais a forma como o Brasil produz a carne que exporta:

"O animal pode ser criado em boas instalações e apresentar ótima produtividade, mas isso não significa que tenha deixado de passar fome, sede, frio ou estresse em alguma etapa do sistema de produção.

A questão que se apresentava era como aferir o bem-estar animal efetivamente, e não subjetivamente."

A ideia inicial foi encontrar um meio de compreender a "fala", a postura ou o comportamento dos animais que indicasse condições de conforto e desconforto.

Irenilza Naas e Daniella Moura, também professora da Feagri, envolveram muitos estudantes em vários projetos enviados à Fapesp e ao CNPq:

"Além de complexo, era um tema inédito, estudado apenas por mais dois grupos nas universidades de Louvain (Bélgica) e de Tsukuba (Japão). Havia poucas informações."

A escassez de fontes fez com que os pesquisadores, curiosamente, buscassem inclusive estudos sobre o choro de crianças no período neonatal, supondo que um recém-nascido apresentaria os mesmos problemas de vocalização que um animal.

Eles recorreram também a pesquisas focando a interpretação de sons de animais selvagens, a exemplo dos pássaros do professor Jacques Villiard, do Instituto de Biologia (IB) da Unicamp, que tem alguns trabalhos nesse sentido.

Compreendidos certos princípios da "fala" dos animais, os pesquisadores da Feagri buscaram uma fundamentação científica para o conhecimento adquirido pelos tratadores em sua lida diária:

"Como por brincadeira, passamos a gravar sons de aves, bovinos e suínos em várias idades, expandindo depois o espectro do som para verificar as variações. E pudemos, realmente, perceber diferenças de espectro para diferentes situações."

Ainda assim, como observa Irenilza, havia necessidade de mecanizar esse processo de identificação a fim de que ele pudesse ser utilizado por todo criador de animais e não apenas por um especialista.

"Veio então a ideia do software, com o qual é possível interpretar os sons de maneira simples. Ele já foi utilizado para várias espécies e só não solicitamos a patente porque ainda estamos fazendo alguns ajustes para facilitar mais o seu manejo pelo usuário."

Os testes com o software permitiram aos pesquisadores identificar, em aves e suínos, sons associados a medo, dor, frustração e fome com os espectros correspondentes.

"Confirmamos aspectos corriqueiros apontados pelo granjeiro, como o fato de o pintinho piar mais (e agudamente) quando está com frio, possivelmente chamando a mãe para aquecê-lo, insatisfeito com as condições do incubatório."

Outra constatação foi de que a porca chama os leitões para mamar e que, quando isso acontece, o desmame ocorre de maneira mais tranquila. "Gravamos e reproduzimos o chamado em ambientes onde estavam outras porcas. Bastava o som ambiente para que os leitões atendessem prontamente e mamassem mais. Há efetivamente uma comunicação entre os animais, o espectro mostra 'falas' que variam conforme a situação."

A docente da Feagri adianta que já pensa na utilização da técnica para determinação de estro (época em que a fêmea está pronta para ser inseminada), como no caso dos suínos e bovinos.

"Uma das consequências do calor é o estro silencioso. A vaca precisa ser inseminada no dia correto e, se não sabemos que está em estro, podemos perder o ciclo, o que representa prejuízo econômico. Estamos verificando se o estro resulta em alguma manifestação vocal passível de reconhecimento, o que ofereceria uma indicação a mais sobre o momento certo da inseminação."

O trabalho do grupo de Irenilza Naas foi publicado no exterior no segundo semestre do ano passado e, em seguida, no Brasil - praticamente ao mesmo tempo que um grupo japonês divulgava seu estudo sobre identificação de vacas em sofrimento.

"Passamos a ter uma ferramenta para efetivamente monitorar o bem-estar animal. Em vez de apenas supor, agora podemos medir, como todo engenheiro deseja. Essa é a grande valia deste trabalho."

A pesquisadora da Feagri acredita em uma boa aceitação do software pelo setor produtivo, principalmente se for barato e de fácil manuseio, como promete.

"Aos sons podem ser associadas imagens por meio de uma câmera de vigilância, ao menos durante os períodos críticos da produção destes animais, que já conhecemos. O sistema ajudaria em termos de auditoria, sendo que o produtor poderia receber um selo atestando as condições de bem-estar da sua criação."

Irenilza ressalta a importância de os produtores brasileiros, na condição de maiores exportadores de carne, passarem a priorizar a questão do bem-estar animal, diante de um interesse mundial muito acima do esperado.

"Até cinco anos atrás, esse assunto era pouco discutido nos Estados Unidos, grande consumidor e produtor de carne. Hoje, o McDonald's e a maioria das cadeias de fast-food mantêm equipes especializadas no tema."

Segundo a professora, essas equipes estão preparadas para atenderem à demanda de um público que, embora vá se alimentar da carne, condena o sofrimento do animal durante o processo.

"Quem trabalha com animais de produção nunca pensa neles como semelhantes do animal que temos em casa. O setor é uma máquina de produzir alimento. No entanto, por que esses animais não se comunicariam? Estamos sempre aprendendo com a simplicidade do pessoal do campo."

Fonte: Revista Planeta



 Escrito por vet às 11h25
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Divulgando.. ..

 

A google lançou um novo site de busca na internet, chamado ecoplanet, com a mesma tecnologia e qualidade de busca do google.

 

http://www.eco4plan et.com/pt/

 

A novidade é que:

 

- A cada 50.000 consultas uma árvore será plantada, e fica disponível no portal o número de mudas atingido.

 

- O fundo preto da tela, que a princípio gera estranhamento, descansa os olhos e economiza 20% da energia do monitor (as práticas responsáveis quase sempre acumulam benefícios... ).

 

A iniciativa é nova (a contagem das árvores começou mês passado), ainda faltam ajustes, como por exemplo divulgar os locais do plantio e detalhes como se há ou não a preocupação de reflorestamento com as espécies nativas dos respectivos biomas, mas acredito que em breve essas questões serão devidamente esclarecidas, e por isso peço que por favor, divulguem essa notícia.

 

O número de mudas ainda está muito baixo, por que poucas pessoas conhecem essa inciativa.

 



 Escrito por vet às 11h20
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Dia 25 estarei no III Congresso Nacional de Saúde Pública Veterinária e I Encontro Internacional de Saúde Pública Veterinária que acontecerá em BONITO!!!!

Para maiores informações:

http://www.portalms.com.br/saudepublica



 Escrito por vet às 16h19
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WCS apresenta agenda do Workshop "One World, One Health"

Evento espera reunir mais de 150 profissionais ligados ao Meio Ambiente,
Saúde, cadeia de alimentação e Universidades. Temas como o impacto
financeiro que a influenza aviária pode causar nas exportações brasileiras
de frango; porque muitos parques e áreas de lazer estão sendo fechados ao
público por conta da febre maculosa causada pela invasão de capivaras;
porque é importante o monitoramento das aves migratórias que chegam pela
Amazônia brasileira, são alguns dos tópicos que serão tratados no próximo
dia 22 de outubro, a partir das 9h, na Fundação Parque Zoológico de São
Paulo, em São Paulo, no workshop "Um Mundo, Uma Saúde".

O evento, realizado em parceria com a Cargill, espera reunir mais de 150
profissionais ligados ao Meio Ambiente, Saúde, cadeia de alimentação e
Universidades. Segundo a organizadora do evento e pesquisadora da WCS,
Flávia Miranda, "a expectativa é que tenhamos a presença de representantes
dos Ministérios da Agricultura (MAPA), Saúde e Meio Ambiente, áreas que
podem trabalhar de forma multidisciplinar para solução dos problemas".A
agenda traz discussões interessantes dentre do conceito de integração Saúde
Humana, Animal e Meio Ambiente.

9:00:- Café da manhã de boas-vindas
9:30 - Abertura

Composição da Mesa

10:30 - Palestra - Conceito "One World, One Health": Dra Marcela Uhart - WCS
Argentina
11:30 - Palestra - MAPA ou ABEF
12:30 - Almoço
14:00 - Apresentação Projetos OWOH resultados parciais 2008 * (30 minutos
cada)
16:30 - Intervalo para café
17:00 - Apresentação dos resultado dos projetos aprovados para 2010
18:00 - Encerramento
18:10 - Coquetel

O workshop será realizado na Fundação Parque Zoológico de São Paulo,
localizado na Av. Miguel Stéfano, 4241, Portão 2, Água Funda, São Paulo.
Inscrições pelos fones (19) 2136 3501 ou pelo email da
amanda.bressane@ alfapress. com.br



 Escrito por vet às 07h50
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O Instituto Bioethicus oferece o III Curso de Especialização em Fisioterapia e Reabilitação Veterinária (certificado pelo MEC). Trata-se de um curso teórico-prático que aborda estas áreas em pequenos animais e equinos.

Há apenas cinco vagas disponíveis

Local: Instituto Bioethicus, Botucatu

Início: 24 de outubro de 2009

Prazo para inscrições: 09 de outubro de 2009

Duração: 26 meses

Mensalidade: R$490,00

Informações e inscrições:

secretaria@bioethic us.com.br ou tel. (14) 3882-4243.

Alguns palestrantes são:

·         Cristiane Letícia Ferreira, Eliane Gonçalves, Marcella Sanchez, Max Freire, Maria Cecília Teixeira, Mônica Veras, Stella Sakata e Jaime Cunha, renomados na fisioterapia em pequenos animais
·         Mariana Aya, Mônica Platzeck e Solange Mikail, profissionais experientes na fisioterapia e condicionamento físico de eqüinos
·         Mônica Orsi, fisioterapeuta coordenadora do Setor de Reabilitação do Hospital das Clínicas da Unesp.
·         Graciela Sterin, palestrante internacional pioneira na fisioterapia veterinária e uma das maiores conhecedoras da biomecânica canina no mundo

Alguns dos temas abordados são:

·         Anatomia de pequenos animais e eqüinos
·         Diagnóstico de doenças ortopédicas e neurológicas
·         Fisiologia do exercício e condicionamento físico
·         Avaliação fisioterápica e Diagnóstico Zoocinésico e Biomecânica
·         Técnicas da fisioterapia – eletroterapia, magnetoterapia, fototerapia, ultra-som e laser terapêuticos, entre outras.
·         Crioterapia e Termoterapia
·         Reabilitação e exercícios terapêuticos
·         Cinesioterapia e Massoterapia
·         Hidroterapia

Características do Curso:

1) Material didático das aulas teóricas (apostilas) disponíveis online e práticas (equipamentos e material de consumo) incluídos.

2) Apoio contínuo da Coordenação por internet para sanar dúvidas e discutir casos clínicos

3) Local das aulas agradável em chácara.

4) Coffee break especial com alimentos feitos na hora e com múltiplas opções

5) Possibilidade de descontos em outros cursos na área de fisioterapia, acupuntura, fitoterapia, cirurgia, oncologia, quiropraxia, bioética, conservação, bem estar animal, agroecologia e demais eventos promovidos pelo Bioethicus

5) Secretaria a disposição no horário comercial.

6) Curso reconhecido pelo MEC

Venha participar da família Bioethicus!

Maiores informações no site www.bioethicus. com.br 

Mariana Cassins Galdino
Coordenadora



 Escrito por vet às 16h03
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Participe!



 Escrito por vet às 14h08
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